21 de novembro de 2009

O jornal impresso, no dia seguinte


Para onde vai o jornal de ontem depois que as informações contidas nele já foram substituídas pela nova edição do dia? O que fazer com aquele pedaço de papel depois que o conteúdo impresso já foi absorvido?

Muitos abordam o jornal como produto de uma vida útil muito curta. Após informar, o impresso deixa de ter valor. Sendo assim, passa a ser algo perecível no tempo.


Porém, em alguns lugares de Ponta Grossa e do mundo a realidade é outra. Mercados, mercearias, papelarias e donas de casa dão outro destino para esse produto, superando sua vida útil de 24 horas.

Nas mercearias e mercados a utilidade do jornal é impressionante! No fundo das prateleiras de frutas e verduras adivinha quem está forrando as bandejas? O jornal. Já nas papelarias o jornal é muito bem empregado! Como? Sendo suporte para enrolar cartulinas e folhas de papel sulfite. Para as donas de casa a dica é certeira e resolve alguns problemas com frutas que não estão no ponto para ser consumidas: “para amadurecer as frutas é bom enrolar no jornal".


Como pode ser visto, a adaptação de como utilizar o jornal chama a atenção. Será esse o futuro do impresso já que a tiragem dos jornais e a leitura da população é baixa? Fica aqui o destaque ao jeitinho não só ponta-grossense e nem brasileiro, mas mundial, de lidar com o impresso.

Daniel Petroski


Serviço: Jornal Foca Livre (foto) é uma produção dos aluno do curso de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, com distribuição gratuita.

Fotos: Felipe Liedmann

Almoço na fazenda com o programa (radiofônico) 'T de Prosa'


Marcílio Luiz, Coronel Juvêncio e Dona Quitéria preparam o almoço na Fazenda do Riachão, de segunda a sexta-feira, no 'T de Prosa', da Rádio T, FM 99,9. O programa sempre tem um convidado especial, como fonoaudiologos e zootecnistas, que discutem um assunto específico da área. Por exemplo, o 'T de Prosa' do dia 19 de novembro tratou do cão-guia, numa conversa com a zootecnista Bárbara Bairros.

Para o ouvinte, seria atrativo uma diversidade mais ampla de temas. A entrevista não esgota o assunto com seriedade, o que abre espaço para divagações sobre a alimentação de animais em zoológicos e cenas do filme 2012.

Um espaço importante do 'T de Prosa' é o momento destinado aos ouvintes. Marcílio expõe comentários e o especialista responde questionamentos do público sobre o tema. O cenário é satisfatório na ambientação de uma fazenda. Coronel Juvêncio e Dona Quitéria têm sotaques típicos do sítio. Ruídos de animais, talheres e pratos estão presentes no programa todo.


Com a intenção de representar uma refeição casual, 'T de Prosa' exagera nos comentários de culinária, como os pratos que Dona Quitéria preparou, se o entrevistado gostou da refeição e a espera pela sobremesa. O almoço na fazenda do Riachão continua até 13h15min, mesmo que o ouvinte já tenha terminado sua refeição.

Giovana Celinski


Serviço:

T de Prosa, de segunda a sexta-feira, às 12 horas

Rádio T, FM 99,9

Rua Ermelino de Leão, 1055 – Centro – Ponta Grossa – PR

fone: (42) 3220-9000

fotos: www.radiot.com.br

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Um estímulo aos futuros jornalistas


Crônicas. É o nome do livro dos alunos da 3ª turma do curso de Comunicação Social - Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, desenvolvido no ano de 1988/1989. Um livro cheio de histórias contadas pelos acadêmicos, com a orientação do Professor Laertes Larocca, que foca nas impressões do que acontece no cotidiano.


Uma iniciativa do Professor Laertes que, na época, usava tais textos/crônicas para “ativar” a percepção dos alunos. As crônicas realizadas no livro descrevem o que os alunos sentiam, suas experiências dentro e fora de sala de aula.

Na abertura do livro, Laertes deixa claro que os textos são de alunos que iniciam sua prática em escrever e evidentemente encontram-se algumas falhas. Algumas crônicas chamam a atenção como a “Noite de Natal”, de Edson Ezair Pontes, que descreve um menino de rua que observava pelas janelas de casas famílias trocando presentes e a mesas de doces, mas que passaria mais um dia de fome e frio como nos outros.

Outra Crônica, “O dia em que almocei com Chico Buarque”, de Rosemeri Pires Mazzardo, que conta que esbarrou em um homem e levou um susto enquanto se escondia do mau tempo em uma loja, desmaia e quando acorda está no hospital com Chico Buarque e almoça com ele. Porém, tudo não se passava de um sonho.


Vale ressaltar a percepção dos alunos quanto às experiências do dia-a-dia com seu ótimo vocabulário diferenciado e modo de escrever as crônicas, descrevendo a cada detalhe do fato.

O livro tem 20 crônicas escritas pelos alunos. Uma oportuna iniciativa do Professor Laertes Larocca que contribui na formação dos futuros jornalistas a perceber o que acontece no cotidiano, sem contar a força de vontade naquela época dos alunos em participar do projeto.

Thiago Copla


Serviços:

Edição revisado pelos alunos do 5ª período de Jornalismo / 1989

Realizado em Parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa

Nome: Crônicas

3º turma de Comunicação Social – Jornalismo

Iniciativa Professor Laertes Larocca

Realizado em 1988 e lançado no ano de 1989.

Onde encontrar: Biblioteca Prof º Faris Michaele, na UEPG Central.

20 de novembro de 2009

Bons e maus começos


Com o ano letivo se aproximando do fim, é possível ter uma visão mais aprofundada a respeito da função prática desse blog através das várias edições postadas até então. A atividade dos estudantes do segundo ano de jornalismo revelou-se bastante satisfatória, a agenda cultural da cidade de Ponta Grossa foi e continua sendo muito explorada no decorrer de cada semana. A ousadia na escrita e a elaboração de títulos mais sofisticados são fundamentais para atrair o leitor que nem é Jornalista, não faz parte do nosso rol de amigos, e desconhece a função prática de um crítico de mídia.

Os alunos puderam apresentar e ao mesmo tempo serem apresentados a uma cidade que julgavam não possuir vida cultural útil. E entre tombos nas repetições de palavras, desvios na falta de tempo e certa relutância de escrever um texto que fugia aos padrões conhecidos até então, chegamos a novembro. Mas a pedra no meio do caminho dessa edição pode ser associada a falta de criatividade e maior dosagem apreciativa na maioria das críticas oferecidas.

A autora de ‘Visões da infância em uma peça adulta’ não fugiu da descrição em seu texto, podia ter abordado outros aspectos da peça (que oferecia vastos conflitos existenciais), mas se deteve nos problemas técnicos da apresentação e pouco evoluiu na crítica proposta. Em “Para sair da rotina radiofônica” a própria autora não conseguiu sair da rotina que sugeriu, o texto ficou monótono e pouco contribuiu para informar e interessar um novo leitor. ‘ Tito e o chopp à moda antiga’, também demonstrou pouca originalidade, principalmente na abertura da redação, entretanto, o valor histórico que surgiu no decorrer das linhas compensou o leve deslize do ‘abre’. Vale novamente pensar no nosso leitor. Será que realmente ele seguiria a leitura até o final para descobrir por que a chopperia do Tito não faz questão de atrair novos públicos? Dizem por aí que ‘os fins justificam os meios’, mas o que salva um mau começo? O mesmo comentário pode ser atribuído à autora de ‘Uma exposição da miséria humana’.

Gisele Manjurma

Visões da infância numa peça adulta

A inocência de uma criança frente aos horrores da repressão política, do alcoolismo, do incesto. É a história de vida da romena Aglaja Veteranyi, que foi registrada por ela mesma no livro “Por que a criança cozinha na polenta”. A obra foi adaptada ao teatro e apresentada pela companhia paulistana Mugunzá de Teatro na 37ª edição do Festival Nacional de Teatro (FENATA).

Tanto o livro quanto a peça reverenciam no título uma tradicional lenda romena que é repetida em vários momentos da peça. Outros elementos da cultura romena e do leste europeu também aparecem na peça, contrastando com a cultura ocidental numa perspectiva crítica.

A peça está em sua quarta temporada e já foi apresentada em oito festivais, porém nessa trajetória possui dificuldades de adaptação a espaços maiores, já que originalmente o espetáculo foi pensado para pequenos ambientes, o que cria um clima intimista. Uma dessas dificuldades é quanto a projeção de voz dos atores no Cine Teatro Ópera, onde aconteceu a apresentação, e devido a amplitude do lugar, o público que estava mais distante não conseguiu escutar toda apresentação.


Contudo, os atores conseguiram sustentar as expressões dramáticas com a ajuda dos objetos cênicos e da sobreposição de discursos na tela que exibia trechos do livro e os filmes toscamente dirigidos pelo pai da protagonista, um palhaço de circo com pretensões cinematográficas que foge com sua família da Rômenia. Ao mesmo tempo que contribui para ilustrar a passagem do tempo sem mudança de cenário ou figurino, a sobreposição de elementos divide a atenção do público entre a tela e a atuação que parecem compor espetáculos diferentes.


Camila Montagner


Serviço:

Peça apresentada no dia 11/11 dentro da programação do 37º FENATA (de 05 a 12 de novembro)

Local: Cine Teatro Ópera - Auditório A, Rua XV de novembro.

Informações no site www.uepg.br/fenata

Entrada: R$ 5 (estudantes, professores e maiores de 65 anos pagam meia-entrada)

13 de novembro de 2009

Causos registrados pela TV (aberta) regional

Histórias tradicionais do interior, os causos e as lendas têm espaço garantido na televisão paranaense. O programa semanal 'Revista RPC', exibido todos os domingos à noite na Rede Paranaense de Comunicação (RPC-TV), possui um quadro intitulado ‘Casos e Causos’. Ele apresenta histórias tradicionais do Paraná, em episódios que duram cerca de 10 minutos, e podem ser divididos em capítulos, dependendo da complexidade da história.

Contando com atores relativamente desconhecidos do público (alguns até bem ruins!) e elementos de humor e fantasia, o quadro não é um exemplo de atuação ou tramas elaboradas, e chega a ser, por vezes, enfadonho. É o tipo de apresentação que se acompanha apenas quando há interesse pela história em si, se não, é difícil encontrar elementos que segurem a atenção do espectador.

‘Casos e Causos’ mantém uma vasta gama de histórias devido às gravações em diferentes cidades por todo o estado. Preferencialmente cidades pequenas, onde as lendas e causos são mais presentes entre os habitantes. Cidades como Paranaguá, Londrina, Apucarana, Califórnia, Castro, Tibagi, São Luiz do Purunã já serviram de cenário para diferentes episódios.

Apesar dos poucos efeitos e produção relativamente pobre, existem alguns jogos de câmera interessantes e a trilha sonora é bem feita. Mas isso não apaga certas más atuações e histórias sem sal, pé ou cabeça. O programa foi feito para entreter e busca lugares diferentes para conseguir novas histórias, tudo visando audiência. No entanto, a iniciativa de registrar parte da cultura popular no interior do Paraná é válida e ajuda, ainda que de forma indireta, a preservar essas histórias, como uma espécie de arquivo.

Yana Fortuna


Serviço:

Quadro Casos e Causos no programa Revista RPC

Horário: A partir das 23:45 começa o Revista RPC

Dia: todo domingo

Site: http://portal.rpc.com.br/tv/paranaense/revistarpc.phtml

Fotos: Divulgação

Para sair da rotina radiofônica

Com a convergência tecnológica, rádio deixou de ser apenas AM e FM para entrar com força na web. Emissoras que já tinham freqüências radiofônicas oferecem programação via internet. Outras aproveitaram a possibilidade para oferecer ao público programas diferentes do que se ouve no AM ou FM. É o caso da rádio 'Cidade Web Rock'... que não tem freqüência hertziana, apenas online. Os programas são todos sobre música e para quem gosta de rock. Uma opção para quem já está cansado de ouvir os “top 10” das rádios de Ponta Grossa.


Ainda que o estilo predominante seja o rock, a programação varia os estilos e as épocas. Há horários em que os clássicos do rock predominam (Beatles, Rolling Stones, Aerosmith), horários em que qualquer gênero e época são aceitos (do emocore ao hard rock, do lançamento às músicas mais antigas), e horários com estilos definidos (para o classic rock, cena independente, músicas ao vivo, nacional). A interatividade é uma marca e o ouvinte pode enviar sua sugestão através do site.


O maior problema na Cidade Web Rock está no player. Os nomes das músicas e das bandas não aparecem em todos os programas. Há um espaço que poderia ser usado, mas não é. Como não tem locução, o ouvinte que deseja conhecer a banda e o nome da música fica perdido. Entretanto, é uma alternativa para quem gosta do estilo e quer se atualizar ou ainda relembrar outros tempos.

Liandra Cordeiro

Serviço
Rádio Cidade Web Rock
Site: http://www.cidadewebrock.com.br/v3/index.php
Para ouvir: http://www.cidadewebrock.com.br/v3/player.php?banda=64

Tito e o chopp à moda antiga 

A Choperia do Tito foi fundada em 1933 pelo alemão Tito Wiecheteck e nunca mais fechou as portas. Durante todo esse período, a administração foi passada de pai para filho, e o bar permanece com as mesmas características do primeiro ano de funcionamento. Entrar na choperia é como voltar no tempo, mobílias rústicas, doceira antiga e a máquina de chopp que permanece a mesma há 76 anos.

Para os frequentadores do bar, é o tempo da máquina que torna o chopp tão especial e atraente. Diariamente senhores vão ao bar para jogar conversa fora e tomar o tradicional chopp, considerado pelo livro “Os bares do Paraná” como o melhor da região.

No entanto, a tradição do bar traz consigo algumas limitações. O ambiente oferece chopp de qualidade, o típico rollmops, e outros petiscos, porém o local é pouco conhecido entre os jovens da cidade. O motivo é que o bar segue fiel a tradição e não tem por objetivo atrair novos clientes, ao contrário, os donos preferem mesmo aqueles senhores que frequentavam a chopperia desde jovens. Assim, o pequeno espaço, escondido entre o comércio ponta-grossense permanece o mesmo.

Além disso, os frequentadores do local são essencialmente homens, pois no período em que o bar foi inaugurado as mulheres dificilmente saíam de casa, muito menos para se divertir. A ausência do público feminino é visível, e quando alguma moça aparece por lá não é tratada com muita atenção e delicadeza. Ainda assim, para o público masculino vale a pena conferir o tradicional chopp de Ponta Grossa.

Guilherme Capello

Serviço:

Funcionamento:

Durante a semana das 9h às 20h

Sábados das 9h às 14h

Fotos: Guilherme Capello



Uma armadilha para os leigos

Quem nunca assistiu a um filme da série Jogos Mortais e decide assistir o capítulo que está em exibição nos cinemas (também em Ponta Grossa) - Jogos Mortais 6 (Saw 6) - pode sair da sala frustrado. O problema é que a sexta parte da série de terror criada em 2004 não faz nenhuma recapitulação do que aconteceu nos episódios anteriores. Para entender o que acontece na trama, é preciso ter um bom conhecimento do que já foi registrado na saga.


Por esse motivo, é difícil até mesmo introduzir a história sem contextualizar com os fatos ocorridos anteriormente. Ainda há muito sangue e armadilhas inteligentes, agora boladas pelo ajudante do vilão Jigsaw. Aliás, a cena do labirinto é de tirar o fôlego! Para os de 'estômago fraco', as torturas não são indicadas (tanto quanto nos outros filmes da série).
Apesar de cenas boas para os fãs do gênero, o filme é o pior da série. Até mesmo o final é previsível. Enquanto nos episódios anteriores, o espectador sempre se surpreendia e, por vezes, até saía chocado do cinema.


A saga Jogos Mortais começou bem, trazendo novos elementos para o gênero. Nos primeiros filmes, a união entre o terror causado pelos ‘jogos mortais’ do título e o drama vivido pelos personagens humanizava as vítimas. Conforme novos filmes vieram, se percebe que Jigsaw faz as armadilhas porque estava morrendo e tinha raiva de quem tinha saúde e desperdiçava a vida. Com os jogos, queria ensinar as pessoas a darem valor à vida. Entretanto, no último capítulo lançado, tudo se trata de vingança. Para os fãs da série, há muitos esclarecimentos. Para quem nunca assistiu a nada da saga, há muitos outros filmes em cartaz.

Gabriel Sartini

Serviço:
Jogos Mortais 6 (Saw VI)
Direção: Kevin Greutert
Duração: 91 min
Clasificação: 18 anos
Programação Multiplex Palladium:

SEX SAB DOM QUA 16:00 20:00
SEG TER QUI 21:00

Uma dose de Bossa Nova, por favor

Na última edição do Cinearte, no dia 07/11, foi exibido o filme “Os Desafinados”. Mas o destaque fica para a apresentação dos músicos Bortolo Júnior (Boró) e Nicolas Pedroso. Diferentemente do que ocorre nas outras edições do Cinearte, dessa vez a apresentação musical aconteceu após o filme e foi inspirada no estilo Bossa Nova, de forma que entre as músicas tocadas destaca-se “Chega de saudade”, de João Gilberto.

Além da música, o cantor Boró também contextualiza para o público o surgimento de Bossa Nova, seus seguidores e repercurssão em outros países. Ele instiga o público a apreciar o estilo musical, que é genuinamente brasileiro. Apesar de apresentar informações interessantes, como por exemplo,explicar que a Bossa Nova é uma mistura de samba e jazz, em muitos momentos o cantor não deixa claro alguns argumentos. Ele explica que a Bossa Nova foi o estilo dominante na década de 1950, mas não contextualiza porque tais músicas se popularizaram tanto.

Boró lembra que atualmente os brasileiros não valorizam o estilo criado aqui. “Podemos ouvir Bossa Nova em grandes filmes europeus e americanos”, disse o cantor. Outro argumento que fica sem explicação: por que outros países dão mais valor ao nosso estilo musical que os próprios brasileiros? A comprovação pode ser percebida neste mesmo blog que, na maioria das edições de música, tem abordado o estilo pop/rock.

Um aspecto que deve ser destacado positivamente é o formato do projeto Cinearte, que relaciona música e cinema. O debate e a apresentação musical após o filme facilitam a compreensão a respeito do assunto principal, além de contextualizar dois tipos diferentes de arte.

Mariana Galvão

Serviço:

Cinearte 07/11

Exibição do filme “Os Desafinados” e apresentação musical de Bortolo Júnior e Nicolas Pedroso.

Próxima apresentação Cinearte:

OS DOCES BÁRBAROS - 21/11 – 17 horas
Cine Teatro Ópera – Auditório B

Rua XV de Novembro 452/468

Fotos: divulgação Jornal da Manhã