
Em “Crítica de Ponta” os textos são variados e permitem uma visão crítica dos temas abordados. Nos textos apresentados é possível encontrar alguns pontos a serem melhorados. Na editoria Vitrola, a autora não especifica onde o show foi realizado, apenas encontra o nome da casa nos serviços. A frase “O artista, que começou nos anos 1980, com sucessos românticos, como “Fixação” e “Pintura íntima”, partiu para a carreira solo em 1993, deixando de apenas vender suas composições para outras bandas”, ficou muito extensa.
A autora descreve a característica do show, porém não convenceu na sua justificativa. Ou seja, o fato do cantor ter feito sua apresentação com voz e violão não seriam motivos do público cantar junto com ele. Com uma banda o público também participaria. Informação desnecessária aparece no texto, quando a autora cita “...com o público esperando em pé”.
Na editoria “Na Tela” existem repetições de palavras como “programa” e “região dos Campos Gerais”. O termo “povão”, utilizado no texto, transmite um sentido negativo ao se referir a uma classe baixa. Além disso, não demonstra através de dados que o programa é realmente direcionado a essa classe social.
Frases muito longas, dificultando o entendimento do leitor, ocorrem em “A Índia por trás do milionário”. Não apresenta uma sequencia lógica das idéias deixando o texto confuso.
Na “Ópera incentiva cultura em PG” a autora deveria ter substituído a palavra “afins” por outros exemplos. Ao citar “a existência de ótimas apresentações” no cine-teatro Ópera, poderia ter citado as apresentações que se destacaram para que o texto ficasse mais atraente.
Nas editorias Outros Giros e Entre Linhas, nos textos “Beleza natural sem estrutura física” e “Você já reclamou hoje?”, respectivamente, as autoras se sobressaíram utilizando frases curtas, detalhadas e de fácil entendimento.
Thiago Copla