
Já na editoria Na Tela o autor faz a seguinte comparação: “Isso acontece numa escala pequena se comparada às produções regionais e, é minúscula se comparada às nacionais”. Quais dados comprovam isso? Qual é a fonte? O autor também usa conceitos jornalísticos, como a identificação com o público, sem explicar para o visitante do blog, que não estuda jornalismo ou não pratica a profissão, qual a relevância desse problema.
Novamente, na editoria Em Cena, temos uma ótima descrição ao invés de uma crítica. A falta de apuração também está presente, com o termo “casa cheia”, quando a autora não especifica qual a capacidade de lotação do Teatro nem quantas pessoas estavam presentes – t\azornando, assim, difícil a visualização daquilo presenciado pela autora do texto. O trecho no qual temos uma amostra da crítica, no caso, construtiva é em relação aos argumentos para embasar a qualidade de alto nível dos músicos.
A autora do texto da editoria Projetor coloca, durante a descrição do filme, como “(...) até mesmo as poucas imagens urbanas são vistas sob outra perspectiva”. Qual é a outra perspectiva? Ou melhor, qual seria a primeira perspectiva? Se a intenção foi comparar o ângulo das cenas com as de outros filmes, a perspectiva da própria autora fica vaga. Como diz no texto, “(...) a análise e a crítica que o personagem faz da sociedade de consumo é digna de reflexão”. Seria uma opção mais interessante a autora refletir sobre o que ela mesma sugere.
Para o projeto Rádio Escola, o texto sobre o mesmo serve para sua assessoria. A lista das atividades do projeto apenas mostra seu benefício para a comunidade sem interpretar como isso de fato é benéfico. Da mesma maneira, a divulgação gratuita para o bar Botequim realmente pode atrair os leitores a conhecerem o local. Seja para ouvir música, comer ou assistir futebol, com certeza não será pela crítica de maneira construtiva que poderia ter sido escrita.