22 de setembro de 2009

Que a evolução continue...

O Crítica de Ponta completa quase 7 meses de postagens e o aumento da qualidade temática e textual em relação aos primeiros posts são visíveis. O curso de jornalismo dispõe de muitas matérias, teóricas e práticas, que se refletem no amadurecimento da escrita de seus acadêmicos. Pode-se notar a constante evolução em todos os aspectos das críticas, desde a escolha do tema, até a maneira de expô-las.

Nesta edição, os títulos, mais uma vez, estão criativos e atemporais. Destaque esta semana para a crítica da editoria musical, a linguagem clara e coloquial combina com o assunto pautado, bem como os argumentos expostos são muito verdadeiros. A editoria de literatura é inovadora ao escolher um aspecto econômico da literatura, pautando a popularização da leitura no país, o que é muito válido.

Sem criticar, mas apontando, na editoria de rádio a escolha de um programa interno da universidade pode parecer, aos leitores, bairrismo, apesar da boa iniciativa de mostrar os trabalhos acadêmicos à comunidade.

Por outro lado, como nem tudo são flores, ainda se encontra errinhos de digitação, puro descuido. No texto sobre teatro, a autora qualifica as peças como mais “despreocupadas” do que as apresentadas em grandes palcos a grandes audiências, porém não explica com clareza o que isso vem a ser.

O texto da editoria de impresso é basicamente descrição, deixando a crítica para o último parágrafo. O autor crítica que dois jornais locais distintos abordam visões diferentes sobre Ponta Grossa em seus especiais de aniversário da cidade. Mas, não é mesmo a pluralidade que traz o diferencial? Não há coisa mais frustrante do que se dar ao trabalho de ler um jornal com notícias das quais já se tem conhecimento? É importante que os meios forneçam opções, possibilidades de escolha. Assim, podemos nos sentir mais tranquilos quanto à democracia da informação.

Giabrielle Amaral

21 de setembro de 2009

Uma rádio alternativa



Os programas de rádio, cada vez mais, buscam alternativas além da sintonia comercial. Pode-se citar como exemplo a RádioWeb, projeto de extensão ministrado pela professora Zeneida Assumpção, no qual são feitas produções independentes pelos alunos do curso de Comunicação Social/Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O programa Em Rede tem como produtores os alunos Cleber Facchi e Isadora Camargo, que falam das novidades na internet.


A quarta edição do programa trata de um método diferenciado de armazenamento de dados chamado cloud computing. Apesar de ser um tema interessante, a fonte para o programa foi o professor Paulo de Almeida, do Departamento de Letras Vernáculas da UEPG. Com um assunto de uma área específica como a tecnologia, seria mais apropriado buscar a opinião de alguém ligado diretamente a esse campo, como Informática, ao invés de um usuário como tantos outros.
No mesmo programa pode-se conhecer o site Trama Virtual. A explicação sobre o funcionamento do site e sua repercussão na carreira dos artistas que ali depositam seus trabalhos não deixa dúvidas para os ouvintes. Cleber e Isadora conseguem ser claros, objetivos e diretos, além de ambos terem boas locuções.



Para fechar, a dupla de produtores/apresentadores comenta sobre a banda local T.H.G.T. Uma breve sinopse sobre o estilo de música tocado pelo grupo já prepara o ouvinte para o que ele está prestes a ouvir e valoriza a produção musical da cidade.



Jennifer Thomas


RádioWeb: www.uepg.br
Programa: Em Rede
Direção
: Cleber Facchi e Isadora Camargo
Coordenadora: Zeneida Assumpção

Um olho no passado e outro olho no futuro

Ponta Grossa completou 186 anos no dia 15 de setembro/2009 e, como não podia deixar de ser, os dois jornais diários da cidade dedicaram, na data, um caderno especial em comemoração. Alguns detalhes diferenciam a cobertura entre os dois. O Jornal da Manhã dá destaque maior ao caderno especial, com uma foto da cidade que ocupa toda a primeira dobra e mais da metade da segunda. Já o Diário dos Campos opta apenas por uma fotolegenda (termo jornalístico que denomina uma chamada só com foto e legenda) no cabeçalho da primeira página.


Os dois jornais dedicam 24 páginas ao caderno especial. O DC tem sete páginas dedicadas à publicidade, enquanto o JM, apenas três. Todos os anúncios de publicidade, porém, são dedicados à parabenização por parte dos anunciantes, abraçando o clima 'festivo' do especial.

Ambos dão enfoque diferente sobre os 186 anos. O DC prefere mostrar o quanto Ponta Grossa evoluiu nos últimos 10 anos, apresentando dados como o aumento do PIB e da arrecadação do ICMS, a criação de 1595 novas indústrias, a alta da construção civil, as exportações para mais de 30 países. Já o JM prefere olhar para o futuro, explorando o que pode acontecer nos próximos 14 anos - até a cidade completar 200 anos. Ele mostra ao leitor os 10 motivos pelos quais irão investir em PG e futuras conquistas que a cidade precisa ter para se modernizar e evoluir antes de completar seus dois séculos.


O principal problema é que o DC apenas olha para o passado e o JM o futuro. Assim, quem lê exclusivamente um dos jornais, tem somente uma visão sobre PG, ignorando a outra. É necessário ler os dois jornais para saber como os impressos enxergam o futuro e o passado da cidade.

Nataniel Zanferrari

Diário dos Campos – Caderno Especial - Ponta Grossa: 186 anos

Caderno da edição de 15 e 16/09, terça e quarta-feira

Distribuição na cidade de Ponta Grossa e região

Site: www.diariodoscampos.com.br

Jornal da Manhã – Caderno Especial – Ponta Grossa: 186 anos

Caderno da edição de 15 e 16/09, terça e quarta-feira

Distribuição na cidade de Ponta Grossa e região

Site: www.jmnews.com.br

Alguém já viu o 150?


Quem passa pela Praça da Catedral Santana, na região central de Ponta Grossa, já deve ter observado o jardim como um ‘labirintinho charmoso’, mas talvez não tenha reparado na homenagem aos 150 anos de Ponta Grossa: o Monumento Sequicentenário. Ponta Grossa é uma cidade cheia de peculiaridades, até jardim de praça em formato de número ela possui.


O monumento Sequicentenário, localizado na Praça Marechal Rondon, foi elaborado em 1973,. No entanto, para notar o simbolismo de tal representação é preciso subir até a torre da Catedral. Só do alto percebe-se os números 1,5 e 0 na Praça. O número 1 é representado pelo obelisco da Praça, o número 5 é encontrado no formato do jardim, e o número 0 é desenhado no concreto do chão.

Mas por que a história do Sequicentenário não é conhecida? Talvez, uma melhor divulgação das histórias da cidade, principalmente no mês que ela aniversaria (setembro) seja essencial para o incentivo a cultura regional de um povo. Mas isso foi esquecido de ser lembrado...


O lugar também possui uma placa de bronze que identifica o nome da Praça. Atrás dela, existe um compartimento com moedas antigas e jornais da época em que foi inaugurado o Monumento. Um poço de história tão próximo da população considerado um ponto turístico de Ponta Grossa, pena que a maioria das pessoas não sabe.

Cintia Amaro

Serviço:

Praça Marechal Rondon: em frente à Catedral de Ponta Grossa

Centro, Ponta Grossa - PR, 85840-000

Quanto é o quilo?


Ao entrar em um supermercado, habitualmente o consumidor se depara com a ideia recorrente de comprar o que está faltando para alguma refeição. No entanto, tal situação pode estar mudando. Móveis, roupas, calçados, eletrodomésticos, artigos para camping e pesca também fazem parte das prateleiras dos comércios. Mas não são só isso. Os livros passaram a ser comercializados nos supermercados.


Títulos como O Código Da Vinci e Fortaleza Digital de Dan Brown, Maktub de Paulo Coelho, Lua Nova de Stephenie Meyer, obras religiosas e de auto-ajuda, além de livros de comédia como Porque os Homens fazem sexo e as Mulheres fazem amor de Allan e Barbara Pease, podem ser encontrados a preços que não variam dos vendidos pelas livrarias da cidade. Por exemplo, em um dos supermercados o livro Lua Nova pode ser adquirido por R$ 29,90. Em uma livraria, o mesmo livro custa R$ 31,00.

O preço não tem variação, entretanto, com a falta de organização na distribuição dos livros pelas prateleiras é visível. Livros de comédia estão colocados no espaço para obras religiosas. Títulos diferentes são sobrepostos em um mesmo espaço. Sem falar que alguns livros não possuem etiqueta com o preço e as máquinas de verificação de preço nem sempre funcionam.


A intenção de maior abrangência de clientes e fornecimento de mercadorias, por parte dos supermercados, é louvável. O que falta mesmo é sistematizar ações para melhorar o serviço de venda dos livros.

Daniel Petroski

Serviço

Horário de funcionamento da maioria dos supermercados da cidade: entre as 8h às 22h.

POP: Pegajoso, óbvio e perecível


Uma das bandas de “rock” mais bem sucedidas de Ponta Grossa é a Diorama. Os caras conseguiram romper as barreiras musicais dos Campos Gerais e alcançaram algo que é sonho de de10 entre 10 bandas iniciantes: emplacar um clipe no canal MTV, uma das vitrines musicais no país.


Como a Diorama foi tão longe? Simples, ela utilizou a fórmula da fantástica fábrica de fazer bandas. As letras das canções falam dos sentimentos do vocalista Rogério Wack, como por exemplo, na música Te Adoro, que levou a banda ao Olimpo dos videoclipes na MTV.

Os garotos se vestem de forma descolada, mas bem arrumados. Calças jeans, tênis, camisetas escuras e paletós ou casacos, são alguns dos itens que formam o “look” dos caras. O instrumental do grupo é simples e fácil de assimilar. O vocalista canta com o “coração”, tentando passar emoção ao público. Nos refrões ele sempre recebe ajuda de uma segunda voz. Isto lembra algo?


Com tais características, a Diorama mostra que, para conseguir fazer sucesso, investe muito no estilo Pop e esquece o Rock. O Pop eles fazem muito bem, bom para quem gosta de músicas que grudam. O sucesso da Diorama está garantido, pelo menos até o surgimento do “novo fenômeno do rock na MTV”.

Edgard Matsuki

Serviço:

Banda Diorama

Formação: Rogério Wack (vocais), Johnny Bonissoni (Guitarra e backing vocal), TIAGO (Teclado), Guto Buzzi (Baixo), Fábio Caballa (Bateria)

Videoclipe: http://www.youtube.com/watch?v=Ruq9qj247cw

Site: http://palcomp3.com/diorama/

Agronegócio para os Campos Gerais

Informação e conhecimento são os objetivos do programa Campos Gerais Rural. No ar aos domingos na TV Educativa (canal 58), o Campos Gerais Rural é um dos poucos programas voltados para o agronegócio da região (Sul do Paraná). Além de o telespectador poder assistir na televisão aberta, há disponibilização dos programas sem comerciais no site, porém a atualização não é tão constante. A edição que está disponível no momento no site é a do dia 6 de setembro, um especial em comemoração aos dois anos do programa.


Com abertura simples, o Campos Gerais Rural começa o bloco com um documentário sobre o aniversário do programa. Muito bem produzido, apresenta falas de pessoas envolvidas com o projeto editorial e patrocinadores. A reportagem também faz uma oportuna cobertura de toda a estrutura do evento Campos Gerais Business. Na reportagem, são apresentadas explicações do evento e os respectivos parceiros e apoiadores. Autopromoção é evidente, já que o Campos Gerais Business foi organizado pelo Campos Gerais Rural. Por outro lado, deixar de cobrir um evento que reuniu muitas empresas importantes da região seria pior.


O segundo bloco expõe os produtos dos patrocinardores do evento. Apesar das informações sobre os serviços de cada empresa atender ao interesse do telespectador que deseja expandir seus negócios, esta parte do programa se torna um pouco cansativa e repetitiva. Enquanto a apresentadora do programa conduz o assunto, imagens da empresa passam na tela. Depois a repórter entrevista algum representante da empresa. A mesma ação editorial se repete várias vezes, e torna o final do programa muito cansativo. Porém, de forma geral, o programa tem qualidade jornalística.

Liandra Cordeiro

Serviço:

TV Educativa Canal 58 UHF – domingo 11h e 20h

TV Vila Velha Canal 16 – domingo, segunda e quarta

Site: http://www.camposgeraisrural.com.br/

Teatro Fora dos Palcos


O 37º Festival Nacional de Teatro (Fenata) de Ponta Grossa já encerrou suas inscrições. O evento, que é praticamente a única referência de teatro na cidade, ocorre entre os dias 5 e 12 de novembro. O Fenata é realizado pela UEPG desde 1973 e possui peças nas categorias adulto, infantil e de rua.


Apesar de trazer peças para a cidade por preços acessíveis, (na faixa de R$5,00 e com meia-entrada para estudantes, idosos e professores) um dos problemas do Festival é a falta de reconhecimento de artistas ponta-grossenses. Seria, mais interessante que o Fenata prestigiasse as criações locais, para que a população conhecesse o que é produzido, já que são poucos os espaços de divulgação.

A novidade da edição 2009 é a categoria “Espaço Alternativo”, que será realizada no Empório Avenida, e traz um teatro mais despreocupado, mas sem deixar de lado a qualidade. A iniciativa deve ser elogiada justamente por difundir o teatro, retirando a “aura intocável” dos palcos em grandes locais e audiências, como já é feito na categoria teatro de rua.


O Fenata cumpre o objetivo de mostrar a importância de uma das mais tradicionais expressões artísticas do mundo. Principalmente por estar em ambientes diferentes e com os mais variados temas, atraindo, assim, diversas audiências. Falta,contudo, um olhar apurado que valorize os artistas da cidade, para que o público ponta-grossense conquiste uma identificação no teatro.

Leticia Scheifer

Serviço:

37o. Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (Fenata)

http://www.uepg.br/fenata/

Os espetáculos selecionados estarão no site a partir de outubro e a programação oficial a partir de novembro.

Crédito - Fotos: Divulgação

18 de setembro de 2009

Projeto "Cultura ao Meio-dia" debate a década de 70 no Campus Central da UEPG

Mesmo com a breve chuva da hora do almoço, músicos, artistas plásticos, jornalistas, acadêmicos, docentes e funcionários da UEPG participaram de mais um "Cultura ao Meio-dia". O projeto, que acontece toda sexta-feira no Bloco C do Campus Central da UEPG, abordou na edição de hoje a música e o Jornalismo da década de 70. Os músicos Raynner e Joãozinho apresentaram as canções de grandes nomes como Roberto Carlos, Belchior e Tim Maia e, entre uma música e outra, a plateia participava discutindo conceitos e a produção cultural que remetem a época.



Simultânea as apresentações e discussões, os artistas plásticos Edinaldo de Paula, Antônio Nildo e Murilo Soares pintaram um grande painel com temas musicais e a emblemática: “é proibido proibir”. Os acadêmicos do curso de jornalismo Cleber Facchi, Gabriel Carven, Liandra Cordeiro, Derek Kubaski, Isadora Camargo e Gisele Barão e os jornalistas Rafael Schoenherr, Cíntia Xavier e Ben Hur Demeneck comentaram a produção cultural da época.

“A década de 70 foi importante em diversos aspectos. Desde o cinema alternativo, como os filmes do Zé do Caixão, até a música romântica de Wando e Odair José. Debater esses aspectos nos incumbe a entender um pouco mais sobre a nossa cultura", revela o Cleber Facchi. Já Isadora Camargo conta que ficou emocionada ao relembrar as histórias e fatos da época. “O fato de falar sobre uma década muito forte no País elucida nas pessoas uma nostalgia do espírito militante presente nos anos 70. As cartas de Henfil são um exemplo desse espírito que foi relembrado nas discussões no evento hoje”, diz.



A próxima edição, antes prevista para o próximo dia 25, foi adiada para 2 de outubro, em função de um concurso público nas dependências do campus central da Universidade.

O projeto

O "Cultura ao Meio-dia" é promovido pelo Departamento de Comunicação/Agência de Jornalismo e SESC PG, com apoio de outras entidades como o Centro Acadêmico João do Rio (CAJOR), Coletivo de Leitores e Blog Crítica de Ponta. A ideia surgiu durante a Semana de Integração da Resistência, realizada em maio/09, pelo CAJOR, na tentativa de usar um espaço que não tem atividade programada na UEPG e muitos estudantes, docentes e servidores ficam sem opção cultural e de lazer durante o intervalo do almoço. O Projeto acontece das 12 às 13:30h, no pátio do Bloco C do Campus Central da UEPG. Outras Informações: Agência de Jornalismo (42) 3220 3361 – agenciadejornalismo@uepg.br.

13 de setembro de 2009

Exagerando na dose de descrição

Através do ‘Crítica de Ponta’, os estudantes do segundo ano de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa têm a oportunidade de treinar e apurar o seu olhar crítico sobre os produtos midiáticos da região dos Campos Gerais. Porém, novamente o excesso de descrição aparece em algumas editorias do blog.

Pautando o gari que recentemente lançou um livro de poesias, ‘Livro Aberto’ mostra para o leitor as dificuldades por quais passou Marcelo Vieira, o conteúdo de seu livro e como adquirir a publicação do gari poeta; porém, em nenhum momento há uma crítica à obra. Por mais interessante que seja a vida do trabalhador, o leitor espera um posicionamento do crítico perante as poesias, o que não acontece. Na mesma seção, o texto apresenta trechos redundantes em “Quantas pessoas tem um sonho de realizar algo que deseja?” e “O livro é um produto independente, produzido pelo próprio autor.” Em outras passagens do mesmo texto não há coerência em construções frasais como: “conquistou realizou um plano de muitos anos” e “Para tirar executar o projeto”. A mesma linha segue a crítica ‘Um desenho (de cinema) diferente’, na qual o centro da crítica surge apenas no último parágrafo.

Por outro lado, a descrição não pode ser descartada na editoria ‘Outros Giros’, o início do texto contendo a definição do local e suas características trazem o leitor para mais perto do local criticado. Em ‘Back in Black... and white’, a descrição é um elemento importante de contextualização do Cine Rock. O processo contrário acontece em ‘Resumão de informações na TVE’, onde a autora opta por começar a crítica do programa logo nas primeiras linhas do texto. Duas formas opostas de texto, mas que se encaixaram bem em suas respectivas editorias.

Destacam-se na semana a seção ‘Vitrola’, com uma crítica bem estruturada e um texto atrativo para o leitor, em que coube também a explicação dos estilos musicais citados logo no início do texto e a pauta de ‘Em Cena’, que mais uma vez se depara com a falta de produções teatrais na região, inclusive, bem colocada a afirmação “É fato que Ponta Grossa não é uma cidade com grande oferta de peças de teatro”, afinal, o próprio ‘Crítica de Ponta’ já abordou em uma de suas críticas a falta de peças teatrais.

Felipe Liedmann