7 de junho de 2010

O coração do Campus Central



A cidade de Ponta Grossa oferece inúmeros e variados lugares para um giro cultural. Mas, porque não falar de um espaço freqüentado todos os dias por acadêmicos, professores, funcionários e outras pessoas que ali sentam, conversam ou simplesmente passam?
Pois bem, esse singelo lugar é o pátio interno da UEPG, no Campus Central. Ali onde muitas pessoas de todos as idades e rostos transitam. Lugar onde os universitários se reúnem em rodas com seus grupos, seja para um café, uma conversa, jogar aquele truco, fumar um cigarro ou somente para passar o tempo.




É no pátio da Universidade que se vê os banquinhos azuis distribuídos aleatoriamente, as manilhas que servem de vasos floridos na primavera e murchas com a chegada do frio ponta-grossense. Qual seria a graça ou o charme de um lugar todo de cimento, descoberto e até cinzento demais em certos dias?
Sim, essa é a beleza do ambiente interno da UEPG: não ter beleza! Isso faz com que a real importância do espaço seja marcada pela presença das pessoas, pelos “papos furados” ou não, que se pode escutar por ali, ou ainda pelos poucos raios de sol que todas as manhãs de outono/inverno aquecem as conversas sobre os banquinhos azuis.




Saiba que existe um lugar ali para todos. Se um dia desses estiver por perto não perca a chance, sente-se e só aprecie a vida ou uma boa conversa, observando a movimentação.

Natália Nery




Serviço: Campus Central - Praça Santos Andrade, 1 - CEP 84010-919

GPS: 25°5'11"S 50°9'39"W
Fone: (42) 3220-3000 / 3220-3300 - Ponta Grossa – Paraná

Fotos: Juliana Spinardi

5 de junho de 2010

Mais de Pop Rock



O cenário musical pontagrossense é bem abrangente e inclui bandas de diferentes estilos. É neste contexto se insere a Mr.Jones. O grupo é composto por três membros: o vocalista e guitarrista Paulo Fernandes, o guitarrista Bruno Fernandes, o baixista Cesar Iemsen e o baterista Ricardo Matioda. O pop rock nacional é o estilo predominante no repertório da banda.



A Mr.Jones opta por músicas famosas de bandas nacionais como Jota Quest, Maskavo, Paralamas do Sucesso, entre outras. Há, porém, alguma presença de música internacional com o punk rock dos Ramones. Aparentemente, a banda pontagrossense escolhe as músicas que fizeram sucesso durante os anos 1990, talvez por serem mais conhecidas pelo público, o que acaba tornando-a um pouco clichê e batida. Apesar disso, os integrantes obtêm sucesso nas apresentações e agradam, já que tocam bem e têm harmonia entre os instrumentos. E, mesmo as canções sendo conhecidas, as pessoas acabam gostando.
A banda se apresentou na Festa da Resistência, organizada pelos alunos de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, UEPG, na quarta-feira, dia 26/05, os ingressos foram vendidos a cinco reais. O grupo tocou o mesmo repertório conhecido e agradou o público. Os shows da Mr. Jones acontecem, geralmente, no Cine Rock Lounge Bar, em Ponta Grossa.

Janaina Lellis


Serviço

Banda: Mr. Jones

Local: Cine Rock Lounge Bar (Av. München – Centro de Ponta Grossa/PR)

Ingressos: 5 reais

4 de junho de 2010

Ponta Grossa e Paraná, só na previsão do tempo da Globo



Que Ponta Grossa não possui um espaço razoável no jornal ‘Paraná TV’, da RPCTV (Rede Paranaense de Comunicação) – filiada a Rede Globo –, isso todo mundo sabe. São apenas 15 minutos de produção local inseridos nas duas edições do telejornal, uma ao meio dia e outra às 19h horas. Mas quem conferiu a palestra do produtor de telejornalismo da RPCTV/Curitiba, Dirk Lopes, na VII Semana de Integração da Resistência – promovida pelo curso de Jornalismo da UEPG, entre os dias 24 e 28 de maio/10 – pode ver que a situação é pior do que a imaginada.



Ao longo da palestra, Dirk Lopes relatou a rotina de produção da parte de jornalismo da filial, contou casos, falou sobre reportagens. Tudo o que jornalistas gostariam de saber. Mas algo que ele disse vai além do interesse de jornalistas. Na ocasião, Dirk relatou a “negociação” com a central da Rede Globo de Jornalismo, no Rio de Janeiro, para que uma notícia do Paraná entrasse no noticiário nacional.
Bem, se Curitiba tem que “negociar” para que uma matéria regional entre em cadeia nacional, o que se pode esperar para Ponta Grossa? Seria mais atraente para os paranaenses ver notícias com um cenário do estado, com discursos de paranaenses, histórias daqui. E isto não seria mero regionalismo: política, economia, cultura, violência não tem só em São Paulo e Rio de Janeiro. Paraná também faz parte do País.



Todavia, o “regionalismo” poderia começar por aqui. Já seria um bom começo mais do que 15 minutos por dia no ‘Paraná TV’. Quando Ponta Grossa deixar de aparecer só na previsão do tempo do telejornal, a sociedade princesina talvez tenha uma maior identificação com o noticiário. A preocupação deveria servir para o RPCTV e a “Central (RJ e SP) de Jornalismo” da Globo.

Leonardo Barretta

Serviço:
Paraná TV – produzido em Curitiba/PR
TV Esplanada/Rede Paranaense de Comunicação (RPC)/Rede Globo de Comunicação
Primeira edição: 12:00h
Segunda edição 19:00h

A Central Globo de Jornalismo (CGJ) está localizada no Rio de Janeiro/RJ.

1 de junho de 2010

Filme choca com estética e impressiona com enredo

“Preparem o olhar”, disse o diretor do projeto Cine Arte, em relação ao “anti-filme” que iria começar. “Signo do Caos”, foi produzido pelo diretor Rogério Sganzerla e ocupou sete, das onze fileiras do auditório B do Cine Teatro Ópera. O longa causa choque de estética com o que estamos acostumados, já que a primeira parte é em preto e branco e o restante, colorido.

Esse contraste impressiona em um primeiro momento, mas depois fica claro o que o diretor pretende. A primeira parte mostra a existência de censura no Brasil, a respeito, principalmente, do modelo de filmes feitos no país. As cenas são monótonas e com pouco nexo. A parte colorida mostra que o que se queria vender no Brasil não era brasileiro e sim, europeu, representando mais uma crítica ao modo nacional de se fazer cinema. “O Brasil não produz filmes, assim como não produz cerejas”. No geral, a liberdade é a temática do filme, e sua falta é análoga a censura.

O filme possui uma característica marcante, que foi escolha intencional do diretor. O som da fala dos personagens vai para um lado e a imagem para outro, as vozes se sobrepõem e é difícil entender quem está falando, fazendo analogia ao atraso de se fazer cinema no Brasil. Somente em alguns momentos aparece trilha sonora, o que talvez deixe o filme um tanto monótono e claustrofóbico. A única cena aberta do longa é a final, que transfere uma sensação de alívio, mas parece não se encaixar na história. Algumas cenas se repetem e um jogo de sombras é constante, criando uma idéia de confusão, que remete ao título do filme. A exibição pareceu cansativa, já que algumas pessoas deixaram a sala de cinema nos primeiros 30 minutos de filme.

Loise Clemente

SERVIÇO
Atividade: Projeto Cine-Arte – Exibição do Filme “O Signo do Caos”
Direção: Rogério Sganzerla - 2003- 82min. Brasil
Promoção: JM NEWS e SMCT
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B
22/05/2010 ás 17h
Entrada Franca
Classificação: 14 Anos

Upground no Pub

Conhecido como ponto de encontro dos adeptos do Rock ‘N’ Roll, da cidade de Ponta Grossa, o bar era abrigo de um público que procurava compartilhar interesses e ouvir vertentes do rock e do metal. Mas no ano passado, o Pub Underground deixou de ser “underground” e se tornou abrigo de outro público. Os freqüentadores continuam a vestir preto mas, ao invés de estampas de bandas, destaca-se o símbolo do “timão” (Corinthians paulista).

Desde outubro de 2009, o Pub é a sede oficial da 'Fiel PG', torcida do Sport Club Corinthians Paulista (S.C.C.P) em Ponta Grossa. Nos dias de jogo, um telão é instalado em uma das paredes do bar e os torcedores, acompanhados de bateria, vibram e cantam a cada chute dado na bola. O público é sempre o mesmo: torcedores filiados à torcida e pessoas que gostam de assistir aos jogos, ouvindo o grito dos corintianos.

O local está em reforma há mais de um ano, a fachada foi recém pintada de amarelo e marrom, mas o interior continua roxo, antiga cor das paredes do bar. O espaço é pequeno e com poucas mesas, contando com uma antiga mesa de sinuca e três banheiros, que também estão em reforma.

Apesar das mudanças, o Pub continua a oferecer shows de rock, mas com menor freqüência que em outros tempos. O estabelecimento mudou de público alvo depois de ter perdido a maioria de seus fregueses para outros dois bares recentes na cidade. Mudar de público foi a solução encontrada por Claudião, administrador da Casa, para pagar as contas do bar. A previsão do término das reformas no estabelecimento é para o final de 2010.

Jessica Bahls




Serviço:

PUB UNDERGORUND

Endereço: Rua Xavier de Silva, 548, Centro.

Horário de Atendimento: Segunda a Sábado das 18h às 4h.

Entrada: R$10,00 para assistir aos jogos, livre nos outros dias.

30 de maio de 2010

Falta crítica de teatro nos jornais (regionais)

Quando os jornais locais (editados em Ponta Grossa/PR) dão algum espaço para as críticas de teatro é simplesmente para contextualizar em apenas algumas linhas a apresentação teatral e recolher informações sobre os atores principais do grupo. O primeiro ator que aparece em cena, habitualmente, é elogiado, segundo a lógica de mercado contemporânea, pois se trata da principal estrela e significa os investimentos da publicidade do grupo cultural e seus patrocinadores.

Ponta Grossa, uma cidade de médio porte, não tendo muitas apresentações e manifestações culturais, tem o espaço para a crítica nos jornais pequena, chegando quase a zero.

A falta de crítica de teatro não atinge apenas cidades pequenas, mas todo o país. Os Jornais que dizer ter circulação nacional pecam ao tratar grandes manifestações culturais internacionais igualmente como tratam as pequenas peças artísticas nacionais.

Outro motivo para a falta de crítica é a ausência de críticos que apreciam peças teatrais de todos os gostos. Para isso, a crítica não deve deixar resumir apenas um crítico para cada jornal, e sim se basear também no gosto do público que assiste a peça, prestando atenção em cada olhar das pessoas que prestigiam o trabalho artístico, embora nem sempre identifiquem problemas técnicos de palco ou iluminação. Apenas vê o que lhe agrada.

A crítica deve ser vista com um olhar diferente, e nunca pejorativo, e a resposta pode estar no próprio público que assiste a dramaturgia. A falta de espaço em jornais dificulta tais percepções (críticas).

Luan Azevedo


Serviços:

Fotos: imagem 1 retirada de: acesso em:26 de maio de 2010.

Imagem 2 retirada de: < www.radames.manosso.nom.br/ambiental/> acesso em:26 de maio de 2010.

'Rádio Resistência, a rádio que você vê'

Depois de uma manhã de palestras da VII Semana da Integração da Resistência, como forma de socialização, os alunos de todos os anos da graduação de Jornalismo da UEPG se dividem na apresentação e nas entrevistas da Rádio Resistência. As apresentações (radiofônicas) acontecem em todos os eventos do curso e em ocasiões extraordinárias, como o protesto em defesa ao diploma para exercer a profissão de jornalista. A rádio, que é móvel, tem atrações culturais e conta com a participação do público, como no tradicional quadro “Te pego no susto”, deixando muitos dos estudantes em situações embaraçosas.

É uma oportunidade dos alunos colocarem em prática os conhecimentos adquiridos nas disciplinas ministradas em sala de aula e, através do 'microfone aberto', todos os envolvidos podem expor suas opiniões. A Rádio é viciada nas apresentações culturais, faltando pluralidade e diversidade nas atrações. Músicos que tocam as mesmas músicas, o repertório escolhido pela Rádio é sempre o mesmo. Quem participa dos eventos, de alguma forma, fica cansado de sempre ouvir as mesmas coisas.

Além dos problemas de programação, ela é marcada pelas limitações físicas e tecnológicas. Microfones que não funcionam direito, gerando microfonia, caixas de som em condições nada favoráveis e a falta de equipamento e estrutura para quem se apresenta. Os músicos têm de trazer seus microfones, caixas de som, pedestais e estante.

Apesar dessas dificuldades, a Rádio Resistência não deixa de ser uma rica contribuição ao conhecimento pessoal e profissional e deixa uma lição de como um profissional domina os improvisos e os desafios de se fazer um programa ao vivo.

Letícia Cabral


Serviço:

Acontece nas Semanas de Integração da Resistência e nas Semanas de Estudos em Comunição, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Horário: depois das palestras, geralmente ao meio-dia

Apresentação: alunos do Curso de Jornalismo da UEPG

Fotos: Thiago Terada

29 de maio de 2010

De um músico

No myspace é possível conferir o trabalho de alguém que não é da cidade, mas que hoje reside em Ponta Grossa: o estudante Lucas Nobuo Waricoda, que disponibiliza na rede seu trabalho. As músicas de seu projeto solo, “De um filho, de um cego”, são disponibilizadas para quem quer curtir e fazer download em seu myspace, que hoje conta com mais de sete mil exibições.

As músicas são curtas, nenhuma delas passa de quatro minutos, todas em voz e violão, com uma levada bem alternativa como colocado na página do cantor, e com letras de cunho cristão, o som se diferencia das músicas desse gênero, que tem surgido no cenário brasileiro nos últimos anos. As músicas parecem ter surgido de uma rodinha de amigos, em meio a conversas, com o diferencial de não se prender totalmente ao estilo alternativo, o que provoca, para quem escuta, uma sensação de tranquilidade.


As melodias lembram (muito) as músicas da já inexistente banda 'Los Hermanos', principalmente nas músicas “Como eu aprendi a velejar” e “Luar”. As letras são simples e os refrões fáceis de decorar. Elas tornam-se familiares, já quando se escuta pela segunda vez. A experimentação dos instrumentos dá mais preenchimentos às músicas e o som não é cansativo, como o pop indie, de Malu Magalhães.

O som, acústico e bem trabalhado, não se prende apenas ao violão. Lucas consegue explorar os instrumentos e sons, encaixando sua voz levemente rouca, o que deixa as músicas bem encorporadas. Vale a pena conferir o trabalho de Lucas Nobuo Waricoda na Página do myspace.

Larissa Silvestre


Serviço:

Artista: Lucas Nobuo Waricoda

Álbum: De um filho, de um cego

Contato e divulgação: www.myspace.com/deumfilhodeumcego

Fotos: Divulgação






Leminski através das gerações

Mistura do barroco, estilo clássico, concretismo e a fuga do óbvio são algumas das características do inovador Paulo Leminski, autor paranaense que influenciou uma geração familiar a escrever poemas. Prima de Paulo, Solange Leminski lançou, em 2010, a obra “Gerações Leminski”, que reúne produções literárias de alguns membros da família.

Como todo leminskiano, o livro não possui um formato comum de poesias, há uma mescla de imagens e poemas. Obras escaneadas de um caderno de poemas dos irmão Paulo e Estela Leminski, em seu formato original, mostram os rascunhos e rabiscos.
Os poemas retratam desde a vida cotidiana até confissões amorosas, com um amplo caráter 'democrático', buscando agradar a todos os gostos. Outro diferencial do livro é a não linearidade dos poemas, o que permite a leitura a partir de qualquer página.

A obra reúne fotos de Paulo Leminski, além de uma diagramação diferenciada, e textos que dão um ar de contemplação do poeta. Há, também, poemas inéditos da filha de Leminski, Estrela.
O livro apenas reafirma o que já se sabe sobre Paulo Leminski. Poemas com experiências concretistas, a preocupação do autor com a expressão gráfica do poema e com a linguagem. Todas as características do poeta estão reunidos no “Gerações Leminski”, que traz contribuições da família, que manteve as características do poeta no livro.
Carla Onaga

Serviço:
Livro: “Gerações Leminski”
Autora: Solange Leminski
Editora: Toda Palavra, 2010
Páginas: 100 páginas

Preço: R$ 40,00
Local de venda: no site www.todapalavraeditora.com.br
Fotos: divulgação

= Agenda Cultural =

28 de maio
Atividade: Formatura dos Cursos da área de “Embelezamento”, promovidos pelo SOS
Sinopse: 17 obras do artista plástico Sebastião Natalio, a exposição vai até dia 31.
Local: Captólio Vest & Art
Horário: comercial
Entrada Franca

28 de maio
Atividade: Exposição de Artes Plásticas “Com que cara nós ficamos?”
Promoção: SOS- Serviço de Obras Sociais de Ponta Grossa
Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa
Horário: 19h30
Ingressos: Convites Direcionados


29 de maio
Atividade: Espetáculo Teatral “ O Analista e a Sexológa de Bagé”
Promoção: Cláudio Cunha Produções ( SP)
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A
Horário: 21h
Ingressos: R$ 30,00 ( inteira) R$ 15,00 ( meia-entrada)
Ingressos promocionais antecipados e com bônus de jornal, válido apenas para entrada inteira, R$ 20,00
Classificação: 14 anos


29 de maio
Atividade: Concertos da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa
Local: Igreja Presbiteriana Renovada- Palmeirinha
Horário: 20h
Ingressos: Entrada Franca


30 de maio

Atividade: Projeto REC- Rede Estadual de Cinema
Exibição do Filme “Coraline e o mundo secreto”
Direção: Henry Selick
Gênero: Animação – 2002 - 101min
Sinopse: Colarine é uma menina triste em sua nova casa, sempre aborrecida por causa dos vizinhos estranhos que a rodeiam. Um dia, então, descobre que atrás de uma parede de seu quarto há uma porta secreta para um outro mundo, com uma outra mãe e um outro pai - e numa versão muito melhor de sua vida.
Promoção: Governo do Paraná/ Secretaria de Estado da Cultura/ Museu da Imagem e do Som e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Local: Cine-Teatro Ópera - Auditório A
Horário: 15h
Ingressos: Entrada franca
Classificação: Livre


31 de Maio- Segunda- Feira

Atividade: Concerto da Orquestra Sinfônica Cidade de Ponta Grossa
Promoção : Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B
Horário: 20h
Ingressos: Entrada Franca
Classificação: Livre



1° de Junho- Terça- Feira

Atividade: Teatro de Bonecos - Espetáculo “ Encanta Brasil”
Promoção : Editora Positivo / Cia. Manoel Kobachuk
Apoio Cultural: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Sinopse: Uma viagem musical que passa pelas diversas regiões brasileiras e inclui em seu repertório desde o frevo, forró, capoeira, até a ginga do carnaval, música de ciranda e a beleza dos folguedos brasileiros. Os encantos dos cantos de nosso país, de nossa gente, de nossa cultura, ganham vida pelas mãos dos bonequeiros e invade os palcos, convidando o telespectador a mergulhar num mundo de fantasias do teatro de bonecos.
Local: Cine-Teatro Ópera - Auditório A
Horários: 20h
Ingressos: 1 kg de alimento não perecível em prol da entidade assistencial Lar Odilon Mendes
Classificação: Livre



4 de Junho- Sexta- Feira

Atividade: Debate com o cantor e compositor “Lobão”. Produção independente: caminhos e formas de divulgação para inserção no mercado.
Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa
Horário: 17h
Ingressos: Inscrições gratuitas na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Rua Julia Vanderlei, 936, esquina com a R. Cel. Dulcídio)



De 4 a 6 de Junho

Atividade: “ II Ponta Grossa Easy Road” - Encontro de Motociclistas
Promoção: Convention & Visitors Bureau, Prefeitura Municipal / Secretaria de Cultura e Turismo
Local: Complexo Ambiental – ao lado da Estação Saudade
Horários
04/06- 18h- Show com bandas locais

05/06- 10h – Abertura do Evento
12h – Desfile de Abertura pela cidade
15h – Show com diversas atrações
20h – Show com “Lobão”

06/06- 15h- Encerramento do evento
Ingressos: Atividade livre ( entrada franca)



De 4 a 7 de Junho

Atividade: Projeto Escola Preparatória de Ópera “ Master Class para cantores líricos”
Direção: Luisa Giannini
Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Conservatório Maestro Paulino Martins Alves
Local: Conservatório Dramático Musical Maestro Paulino Martins Alves
Horário: das 9h às 12h e das 13h30 às 18h
Ingressos: somente para alunos já inscritos



5 de Junho- Sábado

Atividade: Espetáculo de Teatro “ Memórias do Subterrâneo”
Da obra de Fiódor Dostoievski- Adaptação, Concepção e Performance: Emerson Rechenberg
Assistência de Direção: Lucas Ruteski / Programação Visual: Maisa Goldemberg
Sinopse: Na peça, um personagem, auto-isolado em sua casa, mais precisamente em seu porão. Deliberadamente apartado do mundo que o rodeia, ele reinventa-se a partir de suas memórias e fundamentalmente de suas crenças. Um desistente social, porém com bases sólidas e justificáveis. Ácido, irônico, suscetível e rancoroso, esse homem de meia idade é dissimulado quando se esconde por trás de uma doença que nem ao menos sabe qual é e que, provavelmente, não seja verdadeira. É provável que todo seu discurso seja mentiroso. Porém sua veemência torna suas mentiras verossímeis. Através desse personagem múltiplo, Dostoievski levanta questões filosóficas indefectíveis.
Promoção: Casa de Artes Helena Kolody
Apoio Cultural: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Local: Cine-Teatro Ópera- Auditório B
Horário: 20h
Ingressos: R$ 10,00 ( inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada estudantes, maior de 60 anos, professores)


6 de Maio - Domingo

Atividade: “Concerto Tela Lírica” com cantores líricos brasileiros e do Uruguai, Argentina, Itália.
Direção: Luisa Giannini
Promoção: Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Conservatório Maestro Paulino Martins Alves
Local: Cine-Teatro Ópera - Auditório A
Horário: 10h30
Ingressos: Entrada franca
Classificação: Livre

Atividade: Rede Estadual de Cinema- Exibição dos filmes:
1°- “Adventureland – Férias Frustradas”
Direção: Greg Mottola- Gênero: Comédia, EUA, 2009, 107min.
Elenco: Jesse Eisenberg, Kelsey Ford, Michael Zegen, Ryan McFarland, Jack Gilpin, Wendie Malick, Matt Bush, Todd Cioppa
Sinopse: Durante o verão de 1987, o jovem James Brennan acabou de se formar no colégio e acaba conseguindo emprego num parque de diversões, onde descobre que é o local ideal para se preparar para o mundo. Classificação: 12 anos

2° - “Malasartes Vai à Feira”
Direção: Eduardo Goldenstein- Gênero: Comédia, 2004, PR, 12min. Classificação: Livre
Promoção: Governo do Paraná/ Secretaria de Estado da Cultura/ Museu da Imagem e do Som e Secretaria Municipal de Cultura e Turismo
Local: Cine-Teatro Ópera - Auditório A
Horário: 15h
Ingressos: Entrada franca

Kyene Becker