11 de junho de 2010

= Agenda Cultural =

12 de Junho

Expô-Animê Ponta Grossa

Exibição de Animes (desenhos animados japoneses), exposição de Mangás, stands com DVDs de Animes, exposição de ilustrações, mesas de RPG, workshop gratuito de Mangá e campeonatos de games.

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa (Rua Dr. Colares – Centro)

Horário: das 14h às 18h

Ingressos: R$ 2,00 (Preço único) – inscrição nos campeonatos de games: R$ 2,00 (por campeonato)

Informações: Diego - 99054731


Projeto Cine-Arte – Exibição do Filme “Chega de Saudade”

Direção: Laís Bodanzky - 2008 - 92min. Brasil

Sinopse: A história acontece em uma noite de baile, em um clube de dança em São Paulo, acompanhando os dramas e alegrias de cinco núcleos de personagens freqüentadores do baile. A trama começa ainda com a luz do sol, quando o salão abre suas portas, e termina ao final do baile, pouco
antes da meia-noite, quando o último freqüentador desce a escada. Mesclando comédia e drama, Chega de Saudade aborda o amor, a solidão, a traição e o desejo, num clima de muita música e dança.

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B

Horário: 17h

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: 14 Anos


Espetáculo de Dança: “2ª Mostra de Dança Pro-Arte”

Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório A

Horário: 20h

Ingressos: R$ 5,00 (preço único)


“Arraiá na Cidade” - Festa Junina Municipal com brincadeiras folclóricas, pau de sebo, fogueira, comidas e bebidas típicas, correio elegante e barraquinhas

Local: Complexo Ambiental

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:

12/6

14 horas

- Moda de Viola

- Apresentação de Quadrilhas

- Concurso de Quadrilhas Juninas de Ponta Grossa

- Grupo Caipira Viola

- Show com Álvaro Bueno e grupo Viva Voz

13/6

13 horas

- Moda de Viola

- Apresentação de quadrilhas

- Apresentação da quadrilha Junina dos Funcionários da SMCT

- Apresentação do Grupo Parafolclórico Aracê Poranga

- Show com Marciano





13 de Junho

Campeonato Amador – O dono da Linha – PG

Local: Parque Ambiental

Horário: 10h

Inscrições: R$ 15,00

Informações: / 3028-6617

Aloizio Neves: (42) 9929-5626


Projeto REC - Rede Estadual de Cinema

Exibição dos filmes:

“A Guerra dos Rocha”

Direção: Jorge Fernando

Gênero: Comédia – Brasil – 2008 - 80min.

Elenco:Marcello Antony, Taís Araújo, Zéu Britto, Nicete Bruno, Cecília Dassi, Ludmila Dayer, Felipe Dylon, Ary Fontoura, Giulia Gam, Ailton Graça, Lúcio Mauro FIlho

Sinopse: A história da simpática, mas desastrada, velhinha Dina Rocha e seus três filhos adultos. Um dia, eles recebem a trágica notícia do IML de que uma velhinha cuja descrição é de sua mãe foi atropelada por um ônibus.

Classificação: 10 anos


“As Coisas que Moram nas Coisas”

Direção: Bel Bechara e Sandro Serpa

Gênero: Drama – PR – 2006 - 14min

Classificação: Livre

Local: Cine-Teatro Ópera - Auditório A

Horário: 15h

Ingressos: Entrada franca




16 de Junho

Abertura do “II Salão de Inverno de Ponta Grossa”

Exposição de Artes Plásticas

Local: Galeria Lúcio Ribeiro

Horário: 20h

* O Salão permanece aberto à visitação até o dia 16 de julho em horário comercial


17 de Junho

Grupo de Estudos Literários “Expedições pelo Mundo da Cultura”

Sessão Literária com interpretação da obra “O Coração das Trevas”, de Joseph Conrad

Orientação do Professor, pesquisador, filósofo e palestrante Monir Nasser, de Curitiba

Local: Centro de Cultura Cidade de Ponta Grossa

Horário: das 18h30 às 22h30

Inscrições: R$ 15,00 (vagas limitadas)

Informações: 3901-1588, com Alfredo Mourão


Seminário do Empreendedorismo

Palestras de Gilmar Denck e Márcio Pauliki

Local: Grande Auditório do Campus Central da UEPG

Horário: 19h

Ingresso: R$ 15,00 (antecipado) / R$ 20,00 (na hora)

* Vendas em frente ao Departamento de Administração da UEPG, no Campus Central, durante o período da manhã

Felipe Liedmann

Onde está a evolução do blog?




O crítica de mídia vive um retrocesso. Os primeiros ombudsmans desse ano falavam da expectativa de melhorias nas editorias, que a experiência seria adquirida com o tempo. No entanto, os autores das críticas têm demonstrado pouco (para não dizer nenhum) interesse pelo blog.
Isso pode ser comprovado pela quantidade de textos que estão entrando semanalmente. A proposta do blog é apresentada em nove editorias, além de uma agenda cultural e este (espaço) ombudsman. Esta semana entraram apenas cinco textos e a agenda cultural sumiu do blog. A falta de entrega dos textos demonstra irresponsabilidade do segundo ano do curso de Jornalismo UEPG), de maneira geral.
O blog não é só de um aluno ou de um professor. Cada um precisa fazer sua parte. E dizer isso não é clichê. O blog está aí, sem demonstrar evolução. É lamentável ver o descaso da turma com um produto que é nosso. Chega a ser cômico ouvir quase diariamente reclamação de todos sobre a falta de “prática” no curso. Mas quando se tem prática não se vê empenho para realizá-la da melhor maneira possível!
Nesta semana a crítica aparece na editoria Na Tela. O autor fez uma colocação pertinente ao relacionar a palestra da VII Semana da Resistência, evento realizado pelo Curso de Jornalismo da UEPG (entre os dias 24 e 28 de maio/10), com o tema. A proposta é mesmo essa: apresentar um produto sem se limitar em descrevê-lo e fundamentar o que se fala. Neste caso a fundamentação foi feita através da palestra.
A editoria Livro Aberto causa a impressão de que os livros nem foram lidos. E isso não se limita à última semana. Outros Giros (além de descritivo) parece ser propaganda, nada mais. E a falta da Agenda Cultural é inaceitável. É bom que esse retrocesso pare e a evolução (re)comece, para que o nome do blog não precise ser mudado amanhã ou depois.

Samara Machado

Homenagem às aulas em forma de livro




O livro “Aulas de Literatura Italiana e Desafios Críticos”, organizado por Heim Leonard Bowles, é uma homenagem para o professor paulista Bruno Enei. Fruto das aulas dedicadas de Língua e Literatura Italiana no Curso de Letras Neolatinas, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, quando era a Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras. Bruno Enei foi professor, entre os anos 1956 e 1958.
A ex-aluna Sigrid Paula Maria Lange Schoerrer Renaux taquigrafou as aulas. O livro é todo baseado em leituras e análises realizadas durante as aulas. O livro é em português, com alguns poemas em italiano. Para estudantes de Língua Italiana, o livro interessa por ser uma 'verdadeira' aula.
Para os leigos, é uma leitura corrida, que fluí, mesmo o tema sendo denso. Com aprofundamento e dedicação de anos de estudos, o professor passa pela França, pela poesia e prosa, e até poesia religiosa, como “O inferno e o paraíso”, de Giancomino da Verona, e o “Cantico delle Creature” de São Francisco. A obra envolve ainda a história da Literatura italiana, a partir da Literatura Medieval até o século XIV.
O que chama a atenção é a forma como o autor consegue explorar o tema. É como um diálogo do leitor com o mundo da filosofia, arte e, principalmente, a história das línguas. O livro traz também uma síntese bibliográfica da esposa de Enei, Maria Biancarelli Enei, professora de grego.
No final, encontram-se alguns “Escritos de Bruno Enei”, abordando autores como Leonardo da Vinci. O método do livro é a análise tanto das obras como de seus autores.

Laís Franco


Serviço

Editora Toda Palavra, Série Intelectuais, 453 páginas.

8 de junho de 2010

Histórias de vida no baile da saudade




O que se esperar de um filme que em seus 92 minutos se passa em um Baile da Terceira Idade na noite paulistana? Por mais monótono que aparente a alguns, o longa de Laís Bodanzky “Chega de Saudade”, que será exibido pelo projeto Cine Arte no dia 12 de Junho, chama a atenção pela beleza simplista que o filme transmite. Apesar de mostrar toda a evolução da festa, desde os primeiros preparativos até a chegada dos frequentadores, o baile não é o foco da trama, mas artifício para mostrar os conflitos de personagens que vivem o início da terceira idade, entre decepções, angústias, desejos e certa decadência de mulheres que apenas querem ser reconhecidas pela sensualidade.




A trama toda se passa dentro do salão Chega de Saudade, que dá título ao filme. As memórias parecem se misturar, já que entre os mais velhos, estão um jovem DJ e sua namorada que, pela primeira vez, experimenta a noite no baile. Envolvendo muita música que não só embala a noite, como reflete o humor dos personagens, as histórias mostram durante o andamento da festa, personagens realistas e simples. O filme não retrata uma velhice caricata, mas personagens humanizados, em que os sentimentos não são maquiados pelo pudor que se espera da velhice.




A história não é surpreendente, uma vez que se propõe a mostrar a simplicidade de situações e sentimentos, que há muito passa despercebida. Mas a maneira como o roteirista Luiz Bolognesi e a diretora Laís Bodanzky tratam temas como a libido, a preocupação pelo reconhecimento na velhice, e a sensualidade existente nesses bailes, valem que o filme seja assistido ao menos uma vez, apesar de cansativo em alguns momentos.


Érik Gasparetto



Serviço:

Sessão: Dia 12 de Junho de 2010 – às 17 horas, no Cine Ópera


Título Original: Chega de Saudade
Gênero: Drama
Duração: 92 min.
Ano: Brasil - 2008
Distribuidora: Buena Vista International
Direção: Laís Bodanzky
Roteiro: Luiz Bolognesi

Trilha Sonora – BiD

7 de junho de 2010

O coração do Campus Central



A cidade de Ponta Grossa oferece inúmeros e variados lugares para um giro cultural. Mas, porque não falar de um espaço freqüentado todos os dias por acadêmicos, professores, funcionários e outras pessoas que ali sentam, conversam ou simplesmente passam?
Pois bem, esse singelo lugar é o pátio interno da UEPG, no Campus Central. Ali onde muitas pessoas de todos as idades e rostos transitam. Lugar onde os universitários se reúnem em rodas com seus grupos, seja para um café, uma conversa, jogar aquele truco, fumar um cigarro ou somente para passar o tempo.




É no pátio da Universidade que se vê os banquinhos azuis distribuídos aleatoriamente, as manilhas que servem de vasos floridos na primavera e murchas com a chegada do frio ponta-grossense. Qual seria a graça ou o charme de um lugar todo de cimento, descoberto e até cinzento demais em certos dias?
Sim, essa é a beleza do ambiente interno da UEPG: não ter beleza! Isso faz com que a real importância do espaço seja marcada pela presença das pessoas, pelos “papos furados” ou não, que se pode escutar por ali, ou ainda pelos poucos raios de sol que todas as manhãs de outono/inverno aquecem as conversas sobre os banquinhos azuis.




Saiba que existe um lugar ali para todos. Se um dia desses estiver por perto não perca a chance, sente-se e só aprecie a vida ou uma boa conversa, observando a movimentação.

Natália Nery




Serviço: Campus Central - Praça Santos Andrade, 1 - CEP 84010-919

GPS: 25°5'11"S 50°9'39"W
Fone: (42) 3220-3000 / 3220-3300 - Ponta Grossa – Paraná

Fotos: Juliana Spinardi

5 de junho de 2010

Mais de Pop Rock



O cenário musical pontagrossense é bem abrangente e inclui bandas de diferentes estilos. É neste contexto se insere a Mr.Jones. O grupo é composto por três membros: o vocalista e guitarrista Paulo Fernandes, o guitarrista Bruno Fernandes, o baixista Cesar Iemsen e o baterista Ricardo Matioda. O pop rock nacional é o estilo predominante no repertório da banda.



A Mr.Jones opta por músicas famosas de bandas nacionais como Jota Quest, Maskavo, Paralamas do Sucesso, entre outras. Há, porém, alguma presença de música internacional com o punk rock dos Ramones. Aparentemente, a banda pontagrossense escolhe as músicas que fizeram sucesso durante os anos 1990, talvez por serem mais conhecidas pelo público, o que acaba tornando-a um pouco clichê e batida. Apesar disso, os integrantes obtêm sucesso nas apresentações e agradam, já que tocam bem e têm harmonia entre os instrumentos. E, mesmo as canções sendo conhecidas, as pessoas acabam gostando.
A banda se apresentou na Festa da Resistência, organizada pelos alunos de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa, UEPG, na quarta-feira, dia 26/05, os ingressos foram vendidos a cinco reais. O grupo tocou o mesmo repertório conhecido e agradou o público. Os shows da Mr. Jones acontecem, geralmente, no Cine Rock Lounge Bar, em Ponta Grossa.

Janaina Lellis


Serviço

Banda: Mr. Jones

Local: Cine Rock Lounge Bar (Av. München – Centro de Ponta Grossa/PR)

Ingressos: 5 reais

4 de junho de 2010

Ponta Grossa e Paraná, só na previsão do tempo da Globo



Que Ponta Grossa não possui um espaço razoável no jornal ‘Paraná TV’, da RPCTV (Rede Paranaense de Comunicação) – filiada a Rede Globo –, isso todo mundo sabe. São apenas 15 minutos de produção local inseridos nas duas edições do telejornal, uma ao meio dia e outra às 19h horas. Mas quem conferiu a palestra do produtor de telejornalismo da RPCTV/Curitiba, Dirk Lopes, na VII Semana de Integração da Resistência – promovida pelo curso de Jornalismo da UEPG, entre os dias 24 e 28 de maio/10 – pode ver que a situação é pior do que a imaginada.



Ao longo da palestra, Dirk Lopes relatou a rotina de produção da parte de jornalismo da filial, contou casos, falou sobre reportagens. Tudo o que jornalistas gostariam de saber. Mas algo que ele disse vai além do interesse de jornalistas. Na ocasião, Dirk relatou a “negociação” com a central da Rede Globo de Jornalismo, no Rio de Janeiro, para que uma notícia do Paraná entrasse no noticiário nacional.
Bem, se Curitiba tem que “negociar” para que uma matéria regional entre em cadeia nacional, o que se pode esperar para Ponta Grossa? Seria mais atraente para os paranaenses ver notícias com um cenário do estado, com discursos de paranaenses, histórias daqui. E isto não seria mero regionalismo: política, economia, cultura, violência não tem só em São Paulo e Rio de Janeiro. Paraná também faz parte do País.



Todavia, o “regionalismo” poderia começar por aqui. Já seria um bom começo mais do que 15 minutos por dia no ‘Paraná TV’. Quando Ponta Grossa deixar de aparecer só na previsão do tempo do telejornal, a sociedade princesina talvez tenha uma maior identificação com o noticiário. A preocupação deveria servir para o RPCTV e a “Central (RJ e SP) de Jornalismo” da Globo.

Leonardo Barretta

Serviço:
Paraná TV – produzido em Curitiba/PR
TV Esplanada/Rede Paranaense de Comunicação (RPC)/Rede Globo de Comunicação
Primeira edição: 12:00h
Segunda edição 19:00h

A Central Globo de Jornalismo (CGJ) está localizada no Rio de Janeiro/RJ.

1 de junho de 2010

Filme choca com estética e impressiona com enredo

“Preparem o olhar”, disse o diretor do projeto Cine Arte, em relação ao “anti-filme” que iria começar. “Signo do Caos”, foi produzido pelo diretor Rogério Sganzerla e ocupou sete, das onze fileiras do auditório B do Cine Teatro Ópera. O longa causa choque de estética com o que estamos acostumados, já que a primeira parte é em preto e branco e o restante, colorido.

Esse contraste impressiona em um primeiro momento, mas depois fica claro o que o diretor pretende. A primeira parte mostra a existência de censura no Brasil, a respeito, principalmente, do modelo de filmes feitos no país. As cenas são monótonas e com pouco nexo. A parte colorida mostra que o que se queria vender no Brasil não era brasileiro e sim, europeu, representando mais uma crítica ao modo nacional de se fazer cinema. “O Brasil não produz filmes, assim como não produz cerejas”. No geral, a liberdade é a temática do filme, e sua falta é análoga a censura.

O filme possui uma característica marcante, que foi escolha intencional do diretor. O som da fala dos personagens vai para um lado e a imagem para outro, as vozes se sobrepõem e é difícil entender quem está falando, fazendo analogia ao atraso de se fazer cinema no Brasil. Somente em alguns momentos aparece trilha sonora, o que talvez deixe o filme um tanto monótono e claustrofóbico. A única cena aberta do longa é a final, que transfere uma sensação de alívio, mas parece não se encaixar na história. Algumas cenas se repetem e um jogo de sombras é constante, criando uma idéia de confusão, que remete ao título do filme. A exibição pareceu cansativa, já que algumas pessoas deixaram a sala de cinema nos primeiros 30 minutos de filme.

Loise Clemente

SERVIÇO
Atividade: Projeto Cine-Arte – Exibição do Filme “O Signo do Caos”
Direção: Rogério Sganzerla - 2003- 82min. Brasil
Promoção: JM NEWS e SMCT
Local: Cine-Teatro Ópera – Auditório B
22/05/2010 ás 17h
Entrada Franca
Classificação: 14 Anos

Upground no Pub

Conhecido como ponto de encontro dos adeptos do Rock ‘N’ Roll, da cidade de Ponta Grossa, o bar era abrigo de um público que procurava compartilhar interesses e ouvir vertentes do rock e do metal. Mas no ano passado, o Pub Underground deixou de ser “underground” e se tornou abrigo de outro público. Os freqüentadores continuam a vestir preto mas, ao invés de estampas de bandas, destaca-se o símbolo do “timão” (Corinthians paulista).

Desde outubro de 2009, o Pub é a sede oficial da 'Fiel PG', torcida do Sport Club Corinthians Paulista (S.C.C.P) em Ponta Grossa. Nos dias de jogo, um telão é instalado em uma das paredes do bar e os torcedores, acompanhados de bateria, vibram e cantam a cada chute dado na bola. O público é sempre o mesmo: torcedores filiados à torcida e pessoas que gostam de assistir aos jogos, ouvindo o grito dos corintianos.

O local está em reforma há mais de um ano, a fachada foi recém pintada de amarelo e marrom, mas o interior continua roxo, antiga cor das paredes do bar. O espaço é pequeno e com poucas mesas, contando com uma antiga mesa de sinuca e três banheiros, que também estão em reforma.

Apesar das mudanças, o Pub continua a oferecer shows de rock, mas com menor freqüência que em outros tempos. O estabelecimento mudou de público alvo depois de ter perdido a maioria de seus fregueses para outros dois bares recentes na cidade. Mudar de público foi a solução encontrada por Claudião, administrador da Casa, para pagar as contas do bar. A previsão do término das reformas no estabelecimento é para o final de 2010.

Jessica Bahls




Serviço:

PUB UNDERGORUND

Endereço: Rua Xavier de Silva, 548, Centro.

Horário de Atendimento: Segunda a Sábado das 18h às 4h.

Entrada: R$10,00 para assistir aos jogos, livre nos outros dias.

30 de maio de 2010

Falta crítica de teatro nos jornais (regionais)

Quando os jornais locais (editados em Ponta Grossa/PR) dão algum espaço para as críticas de teatro é simplesmente para contextualizar em apenas algumas linhas a apresentação teatral e recolher informações sobre os atores principais do grupo. O primeiro ator que aparece em cena, habitualmente, é elogiado, segundo a lógica de mercado contemporânea, pois se trata da principal estrela e significa os investimentos da publicidade do grupo cultural e seus patrocinadores.

Ponta Grossa, uma cidade de médio porte, não tendo muitas apresentações e manifestações culturais, tem o espaço para a crítica nos jornais pequena, chegando quase a zero.

A falta de crítica de teatro não atinge apenas cidades pequenas, mas todo o país. Os Jornais que dizer ter circulação nacional pecam ao tratar grandes manifestações culturais internacionais igualmente como tratam as pequenas peças artísticas nacionais.

Outro motivo para a falta de crítica é a ausência de críticos que apreciam peças teatrais de todos os gostos. Para isso, a crítica não deve deixar resumir apenas um crítico para cada jornal, e sim se basear também no gosto do público que assiste a peça, prestando atenção em cada olhar das pessoas que prestigiam o trabalho artístico, embora nem sempre identifiquem problemas técnicos de palco ou iluminação. Apenas vê o que lhe agrada.

A crítica deve ser vista com um olhar diferente, e nunca pejorativo, e a resposta pode estar no próprio público que assiste a dramaturgia. A falta de espaço em jornais dificulta tais percepções (críticas).

Luan Azevedo


Serviços:

Fotos: imagem 1 retirada de: acesso em:26 de maio de 2010.

Imagem 2 retirada de: < www.radames.manosso.nom.br/ambiental/> acesso em:26 de maio de 2010.